quinta-feira, 27 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
O "CALA A BOCA E ME BEIJA" de Rildo Hora e Karla Sabah
_______________________
CALA A BOCA E ME BEIJA
Não sei se posso encher a sua bola
Cuidar de você como você merece
Falar as coisas que você quer ouvir
Não fique atrás de mim
Não sou um diamante cor de rosa
E tenho medo, mesmo não sendo medrosa
Você é muito hd pra minha pouca memória
É muito gente fina pra ficar fora da estória
E o meu coração fraqueja...
Ai, cala boca e me beija!
Me casar? De novo? Não! É só tédio,
É band-aid sem remédio...
E você dando mole, de bandeja,
Cala boca, cala a boca, e me beija!
Cala a boca e me beija!
Cala a boca, e me beija!
Gostar só disso, não pode?
Você fica aí brincando...
Teu corpo peleja...
Cala boca e me beija!
Espera, e o nosso caso?
O que é que eu faço?
Ta legal, tá legal, que seja!
Mas cala a boca e me beija!
CALA A BOCA E ME BEIJA
Não sei se posso encher a sua bola
Cuidar de você como você merece
Falar as coisas que você quer ouvir
Não fique atrás de mim
Não sou um diamante cor de rosa
E tenho medo, mesmo não sendo medrosa
Você é muito hd pra minha pouca memória
É muito gente fina pra ficar fora da estória
E o meu coração fraqueja...
Ai, cala boca e me beija!
Me casar? De novo? Não! É só tédio,
É band-aid sem remédio...
E você dando mole, de bandeja,
Cala boca, cala a boca, e me beija!
Cala a boca e me beija!
Cala a boca, e me beija!
Gostar só disso, não pode?
Você fica aí brincando...
Teu corpo peleja...
Cala boca e me beija!
Espera, e o nosso caso?
O que é que eu faço?
Ta legal, tá legal, que seja!
Mas cala a boca e me beija!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
NIGHT SHOTS
I
Tudo ao mesmo tempo agora
Eu fico nua pra você
E você finge estar dormindo
Sua segurança são as palavras
---- que EU profanei
---- ao seu respeito
Eu falo e não vou calar
Ainda te amo demais
Porque você é certo
meu porto seguro
um amigo, minha irmã
---- meu amor
E pra você eu dou tudo
Até minha tragédia
A tragicomédia
desse meu jeito estúpido de ser...
Porque só em você eu confio
II
Seu zelo começa
Onde o dele acaba
Te amo mais do que você pode ver
Está tudo nublado
e em meio a fumaça
só um rosto
o seu que desejo
num beijo
como o brilho da lua
no mar
a me inspirar
me querendo perto de você
Eu mereço?
Talvez não seja a hora
Ou nunca será
eu estou viajando
na maionese
nem sou nada tão assim...
(to bem, ah, eu emagreci...)
III
Claro!
Se chego até aqui
escrevendo
estou sozinha
na solidão de quem vive
um desamor
uma não correspondência
uma não reciprocidade.
O que pensam de mim?
não ouço respostas
só eu avanço sobre você
você se defende e fica + impossível
Mas eu te amo de qualquer jeito
---- então...
Espero sem planos
Na alma a certeza
---- imaginária
de que sou importante pra você
IV
Acabo meu desabafo
e durmo
trabalho tanto
cuido tanto
que não dá pra cuidar só de você
por isso parece que estou
esperando, esperando
E meu instinto desfaz este poema
que se vira ao avesso
e já sou eu quem
não gosta de você
---- bom que você me despreze
---- ficamos quites












Tudo ao mesmo tempo agora
Eu fico nua pra você
E você finge estar dormindo
Sua segurança são as palavras
---- que EU profanei
---- ao seu respeito
Eu falo e não vou calar
Ainda te amo demais
Porque você é certo
meu porto seguro
um amigo, minha irmã
---- meu amor
E pra você eu dou tudo
Até minha tragédia
A tragicomédia
desse meu jeito estúpido de ser...
Porque só em você eu confio
II
Seu zelo começa
Onde o dele acaba
Te amo mais do que você pode ver
Está tudo nublado
e em meio a fumaça
só um rosto
o seu que desejo
num beijo
como o brilho da lua
no mar
a me inspirar
me querendo perto de você
Eu mereço?
Talvez não seja a hora
Ou nunca será
eu estou viajando
na maionese
nem sou nada tão assim...
(to bem, ah, eu emagreci...)
III
Claro!
Se chego até aqui
escrevendo
estou sozinha
na solidão de quem vive
um desamor
uma não correspondência
uma não reciprocidade.
O que pensam de mim?
não ouço respostas
só eu avanço sobre você
você se defende e fica + impossível
Mas eu te amo de qualquer jeito
---- então...
Espero sem planos
Na alma a certeza
---- imaginária
de que sou importante pra você
IV
Acabo meu desabafo
e durmo
trabalho tanto
cuido tanto
que não dá pra cuidar só de você
por isso parece que estou
esperando, esperando
E meu instinto desfaz este poema
que se vira ao avesso
e já sou eu quem
não gosta de você
---- bom que você me despreze
---- ficamos quites












segunda-feira, 17 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
FOLHETIM MODERNO
para Rildo Hora
ÀS VEZES ME CHAMA DE MÃE
E NEM É TÃO PEQUENO ASSIM
VAI CRESCENDO DENTRO DE MIM
PEDE PRA CUIDAR DE VOCÊ
TÁ NENÉM, VEM QUE EU TE CUIDO
FAZ O QUE QUISER COMIGO
ME USA, EU TE QUERO MUITO
MEU CHAMEGO É TEU ABRIGO
DORME AQUI NO MEU COLINHO
DEIXA O PRAZER SEM TORMENTO
EU SEGURO TEU LAMENTO
DEPOIS SEGUE TEU CAMINHO
VAI LOGO E ME DEIXA AQUI
É A VIDA QUE VAI EM FRENTE
COMO PÁGINAS VIRADAS
DE UM LIVRO QUE EU JÁ LI
ÀS VEZES ME CHAMA DE MÃE
E NEM É TÃO PEQUENO ASSIM
VAI CRESCENDO DENTRO DE MIM
PEDE PRA CUIDAR DE VOCÊ
TÁ NENÉM, VEM QUE EU TE CUIDO
FAZ O QUE QUISER COMIGO
ME USA, EU TE QUERO MUITO
MEU CHAMEGO É TEU ABRIGO
DORME AQUI NO MEU COLINHO
DEIXA O PRAZER SEM TORMENTO
EU SEGURO TEU LAMENTO
DEPOIS SEGUE TEU CAMINHO
VAI LOGO E ME DEIXA AQUI
É A VIDA QUE VAI EM FRENTE
COMO PÁGINAS VIRADAS
DE UM LIVRO QUE EU JÁ LI
HILO e MAIORIDADE
HILO
queria tanto o teu amor
agora sinto que é vacilo
te escrevo canções de louvor (nem me levas a sério)
e continuamos em sigilo
de repente
num sonho vens me visitar
pessoas nos observam o estilo
perto de ti
calo a boca e não te beijo
sou como um pupilo
teu nome sibilo
sem pronunciá-lo
demoras pra responder
finges não ouvi-lo
me dói sentir teu desprezo
por que estás sempre a nutri-lo
faz meu coração indefeso
morder como um crocodilo
e no silêncio te destilo
evaporas como fumaça
se desfazem as ameaças
pego um outro cigarro e pilo
esqueço fácil, me é tranquilo
sei que fi-lo porque qui-lo
não me queres mais, também
mas nem posso ficar no grilo
disfarçadamente
canto um hino teu
quem sabe, te encontro outra vez?
quem sabe, nos vemos no asilo?
+++
MAIORIDADE
- Tá separando?
- Não, to saindo de casa aos 48!
Do segundo tempo.
+++
Pois é, escrever em blog sem ninguém mesmo pra ler, no fim de noite é divertido. Só eu, por enquanto, sou minha própria seguidora. Parece estimulante para continuar incógnita neste ato de expor.
Chego em casa sozinha, depois dos meus amigos me dizerem que estou tristinha, sorumbática, perguntarem, enfaticamente, me sacodindo: "- Karla? O que que está acontecendo com você?". Me pedem pra cantar não canto. "- Eu tenho que ensaiar e também não tão me chamando pra chegar...". Tão me empurrando, to sendo jogada de um lado pro outro e, ("Rex? Aqui! Sit."), arrumando desculpa pra ser infeliz, cagando regras que não obedeço... que folga, né?
Meus amigos, tão lindos, transparentes como eu, loucos também, querem me ajudar... Como? se eu mesma não me ajudo?
Calo a boca e não te beijo.
Nem me beijo.
Me escrevo num blog vazio,
percebo...
Penso em ir embora, só tem Itaipava, o Dal fica de bico, a Juju tem que sair, a lata rola no chão, dor de cabeça geral na projeção que, de repente, some... à francesa.
Beatriz Provasi nua, é liiiiiiiiiiiindaaaaaaaa. Fiquei olhando, olhando...
ai meu deus, será que...
Meu medo do futuro culpa a marca da cerveja.
Viver feliz dá uma dor de cabeça danada!
Pode até ser que beber e beber dê barato, mas cansa.
Tem gente que nem fala comigo direito e continuo gostando...
É pra isso que serve beber? Pra não reagir ao atingível?
Calo a boca e não te beijo.
Ainda nem me beijo.
me descrevo no vazio
log off no blog pra me internetizar
e me beijo
cai a conexão
cuidado que pode não dar pra salvar
queria tanto o teu amor
agora sinto que é vacilo
te escrevo canções de louvor (nem me levas a sério)
e continuamos em sigilo
de repente
num sonho vens me visitar
pessoas nos observam o estilo
perto de ti
calo a boca e não te beijo
sou como um pupilo
teu nome sibilo
sem pronunciá-lo
demoras pra responder
finges não ouvi-lo
me dói sentir teu desprezo
por que estás sempre a nutri-lo
faz meu coração indefeso
morder como um crocodilo
e no silêncio te destilo
evaporas como fumaça
se desfazem as ameaças
pego um outro cigarro e pilo
esqueço fácil, me é tranquilo
sei que fi-lo porque qui-lo
não me queres mais, também
mas nem posso ficar no grilo
disfarçadamente
canto um hino teu
quem sabe, te encontro outra vez?
quem sabe, nos vemos no asilo?
+++
MAIORIDADE
- Tá separando?
- Não, to saindo de casa aos 48!
Do segundo tempo.
+++
Pois é, escrever em blog sem ninguém mesmo pra ler, no fim de noite é divertido. Só eu, por enquanto, sou minha própria seguidora. Parece estimulante para continuar incógnita neste ato de expor.
Chego em casa sozinha, depois dos meus amigos me dizerem que estou tristinha, sorumbática, perguntarem, enfaticamente, me sacodindo: "- Karla? O que que está acontecendo com você?". Me pedem pra cantar não canto. "- Eu tenho que ensaiar e também não tão me chamando pra chegar...". Tão me empurrando, to sendo jogada de um lado pro outro e, ("Rex? Aqui! Sit."), arrumando desculpa pra ser infeliz, cagando regras que não obedeço... que folga, né?
Meus amigos, tão lindos, transparentes como eu, loucos também, querem me ajudar... Como? se eu mesma não me ajudo?
Calo a boca e não te beijo.
Nem me beijo.
Me escrevo num blog vazio,
percebo...
Penso em ir embora, só tem Itaipava, o Dal fica de bico, a Juju tem que sair, a lata rola no chão, dor de cabeça geral na projeção que, de repente, some... à francesa.
Beatriz Provasi nua, é liiiiiiiiiiiindaaaaaaaa. Fiquei olhando, olhando...
ai meu deus, será que...
Meu medo do futuro culpa a marca da cerveja.
Viver feliz dá uma dor de cabeça danada!
Pode até ser que beber e beber dê barato, mas cansa.
Tem gente que nem fala comigo direito e continuo gostando...
É pra isso que serve beber? Pra não reagir ao atingível?
Calo a boca e não te beijo.
Ainda nem me beijo.
me descrevo no vazio
log off no blog pra me internetizar
e me beijo
cai a conexão
cuidado que pode não dar pra salvar
domingo, 2 de maio de 2010
LOUCURA, LOUCURA!
Não tinha anotado ainda o endereço deste blog que vos fala e ao procurar no Google a primeira opção que apareceu foi da Wikipédia: (...)'''Karla Sabah''' é uma [[cantor]]a [[brasil]]eira de [[MPB]] e [[Drum 'n' Bossa]].(...)
Mais impressionante foi quando achei o endereço certo, escrito numa espécie de Note Pad do meu querido laptop, e o digitei no browse: http://ocalabocadekarlasabah.blogspot.com e, pasmem, li a mensagem de que o blog não existia mas que estava disponível para registro(????). Qual o quê? Como? Ainda estou agonizando na cama?
Estou aqui desde as tres da madrugada, depois de um pesadelo meio desagradável, aliás pesadelos sempre assim o são, e já respondi emails, deletei spams, respondi a mensagens no FaceBook, adicionei novos amigos, felicitei os aniversariantes, escrevi um poema novo intitulado HILO, até resolver procurar meu recém-nascido blog no Google e ter um outro tipo de pesadelo, acordada. No Wikipédia consertei informações erradas e alguns erros de português que nem sei se serão postados, pois são tantos sites pra se cadastrar que resolvi tentar sem cadastro mesmo. Nem sei se deu certo ou ainda está dizendo que minha versão d'O Barquinho está na novela Viver A Vida, que não está e já vai acabar. É... só se for de fundo musical para os depoimentos ao final da novela que contam experiências dramáticas vividas pelos mais belos exemplares de seres humanos, incapazes de desistir da vida.
Eu também sou assim. Nunca desisto. Insisto mesmo. Às vezes eu tento falar menos, me esconder por detrás dos amigos e mais chegados, mas não tenho vocação pra "sombra"... Posso confessar até ter muito medo da mediocridade e de não ser motivo de orgulho para os meus filhos, mas eu sei que tem uma estrela, pelo menos uma, que brilha só pra mim, lá no céu.
Então, antes que eu volte pra caminha, só falta aprovar os comentários no YouTube, responder as mensagens do Orkut postar fotos no site, agradecer a Deus por tudo e ... uaaaaaaaa... Zzzzzz... fui.
Mais impressionante foi quando achei o endereço certo, escrito numa espécie de Note Pad do meu querido laptop, e o digitei no browse: http://ocalabocadekarlasabah.blogspot.com e, pasmem, li a mensagem de que o blog não existia mas que estava disponível para registro(????). Qual o quê? Como? Ainda estou agonizando na cama?
Estou aqui desde as tres da madrugada, depois de um pesadelo meio desagradável, aliás pesadelos sempre assim o são, e já respondi emails, deletei spams, respondi a mensagens no FaceBook, adicionei novos amigos, felicitei os aniversariantes, escrevi um poema novo intitulado HILO, até resolver procurar meu recém-nascido blog no Google e ter um outro tipo de pesadelo, acordada. No Wikipédia consertei informações erradas e alguns erros de português que nem sei se serão postados, pois são tantos sites pra se cadastrar que resolvi tentar sem cadastro mesmo. Nem sei se deu certo ou ainda está dizendo que minha versão d'O Barquinho está na novela Viver A Vida, que não está e já vai acabar. É... só se for de fundo musical para os depoimentos ao final da novela que contam experiências dramáticas vividas pelos mais belos exemplares de seres humanos, incapazes de desistir da vida.
Eu também sou assim. Nunca desisto. Insisto mesmo. Às vezes eu tento falar menos, me esconder por detrás dos amigos e mais chegados, mas não tenho vocação pra "sombra"... Posso confessar até ter muito medo da mediocridade e de não ser motivo de orgulho para os meus filhos, mas eu sei que tem uma estrela, pelo menos uma, que brilha só pra mim, lá no céu.
Então, antes que eu volte pra caminha, só falta aprovar os comentários no YouTube, responder as mensagens do Orkut postar fotos no site, agradecer a Deus por tudo e ... uaaaaaaaa... Zzzzzz... fui.
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